O documento discute os desafios da gestão de resíduos eletrônicos no Brasil, incluindo a classificação desses resíduos como perigosos, políticas públicas descoordenadas e a ausência de sistemas integrais de gestão. Também aborda iniciativas como mesas de trabalho multisetoriais e coleta reversa, mas aponta que soluções múltiplas são necessárias por meio da articulação de redes de agentes.